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quinta-feira, 24 de março de 2016

Já ouviu falar na Crotalária?


Já ouviu falar da planta Crotalária?


Pois é,você pode nunca ter ouvido falar (era o meu caso) mas ela é bem comum por aqui - principalmente no meio rural - e agora, em época de mosquito transmissor de doenças como a Dengue, Zica e a Chikungunya, transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypty, esta planta, a Crotalária, está na moda.






Por estes dias, tive a oportunidade de participar de uma palestra na Casa do Empreendedor de Messias, onde estavam reunidos gestores do município, das áreas da saúde, educação, assistência social, administração, entre outras, para discutir ações de combate ao mosquito, como a limpeza urbana, a conscientização do cidadão para tomar os cuidados necessários, e também sobre o plantio da Crotalária,  uma metodologia de controle biológico e sustentável que tem ajudado no combate ao mosquito. A palestra foi feita pelo engenheiro agrônomo do município, que fez uma explanação detalhada sobre o plantio e como a planta pode ser eficiente nesta guerra contra o mosquito.






Segundo o engenheiro agrônomo, depois de germinada  a planta forma uma espécie de arbusto, com folhagens e flores amarelas, que na fase adulta, pode chegar até três metros de altura e atrai predadores do mosquito transmissor, como as libélulas, também conhecidas como ZIG ZAG, 

Existem várias espécies de Crotalária, mas essa em questão é natural da nossa região, plantada no campo em meio a culturas como a da cana-de-açúcar, e como uma espécie de mato de quintal , sendo boa para melhorar os tipos de solo e de fácil disseminação. Por ser perene, depois de um certo tempo os galhos ficam secos e é preciso plantar novamente. O plantio pode ser a lanço ou em vasos, com areia ao fundo e terra, e com poucas sementinhas para formar uma touceira.






Durante a palestra encontrei com a coordenadora da escola da Bittinga, a  Maria da Conceição (a Sula), que estava acompanhada da gestora da educação do município,  que informou que este ano o tema da ação conjunta com a Saúde -Saúde nas escolas-  será no sentido de conscientizar os alunos, da área urbana e rural, sobre a necessidade de tomar as medidas necessárias na luta contra o mosquito, e os meios para combater o mosquito e evitar as doenças.

Na Bititinga, zona rural de Messias, a coleta do lixo é feita por caminhões da prefeitura em dias de terça-feira e nas sextas-feiras, e até lá os moradores devem acondicionar o lixo tendo o cuidado de não deixar nada que possa servir de criatório para o  mosquito.

Lá na Bititinga, segundo fiquei sabendo, até agora foi notificado apenas 1 caso de suspeita de dengue (ainda não confirmado), e isso  se deve muito a conscientização dos moradores em não deixar o lixo à toa, nem guardar água destampada, enfim, fiquei feliz em saber que o pessoal está fazendo a sua parte, e que Messias dá um bom exemplo por ser o único município de Alagoas que faz a coleta do lixo, também, na área rural do município.





Saí animada da palestra, e logo encontrei o Geraldo Rosalino, morador da Bititinga e responsável pela Biblioteca Comunitária, e expliquei sobre essa planta. Geraldo pegou algumas sementes da Crotalária para lá fazer algumas mudinhas e ir espalhando nos arruados e em volta do Jardim da Vovó.





Apesar da Bititinga não apresentar casos de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypty, sabemos que o mosquito "não tem fronteiras", e esse reforço é importante para manter o  mosquito afastado da população. 

Portanto, vamos plantar a Crotalária, também, na Bititinga !

Para saber mais sobre a Crotalária:http://www.crotalaria.com.br/asemente.php


domingo, 28 de fevereiro de 2016

Vamos plantar?

Desde que começamos o projeto Engenho de Leitura, Artes e Empreendedorismo aqui na Bititinga, sempre acreditamos que este lugar, de tantas histórias e belezas, poderia se transformar em um lindo jardim... 
E que bom que agora, em frente  à  biblioteca comunitária Bititinga, tem o singelo ‘Jardim da Vovó’.


O jardim da Vovó é uma 'sementinha' que foi plantada na Bititinga



Esta semana, foi a vez de começar um novo plantio. Desta vez na cidade de Messias, a área urbana do município onde a Bititinga está localizada. 


A equipe  técnica da prefeitura de Messias presente na ação de sensibilização com os moradores para a importância dos espaços verdes na área urbana

Trata-se do projeto Messias Mais Verde, uma ação que envolveu os moradores e contou com o apoio da Prefeitura de Messias, do CRAS, por meio de seus programas sociais, como o projeto Messias Cidadã, e que contou com doações de mudas de espécies ornamental da Secretaria de Proteção ao Meio Ambiente de Maceió (SEMPMA), uma vez que sua diretoria de Parques e Jardins acreditou no projeto, e assim nos ajudou com doações para esse primeiro momento.


Praça Marina Peixoto, a 1ª praça do projeto Messias Mais Verde


A ação foi feita com mudas da seguintes espécies: Ixora, Cleusa, Dracenas e Palmeiras. Separei duas a 3 dessas mudinhas  para a Bititinga,a fim de que o Geraldo, e os moradores, possam reproduzir para novos plantios. 


As crianças gostaram de plantar e conhecer um pouco mais sobre as plantas: "Felizes jardineiros"

Aliás, daqui da Bititinga já saíram algumas mudas de Espada-de São-Jorge para serem plantadas nas praças de Messias.

Muito bom participar dessa ação que contou com a ajuda de muitas mãos: desde as mais experientes até das crianças, que contribuíram prá valer nesse primeiro plantio.





A experiência de quem já plantou muitas árvores





 Moradores e participantes dos projetos sociais oferecidos pelo CRAS/Messias estiveram presentes no lançamento do projeto, e vão ajudar a manter as praças MAIS VERDES



Preservar o verde das praças é respirar mais verde!








Eu e a diretora do CRAS de Messias, a jornalista Vera Marinho, que junto com a Secretaria de Ação Social do município abraçou a ideia e deu àquela força.


Com o secretário de Administração de Messias, Adelmo Junior, e o morador da cidade, Sr. José Ramos, conhecido como 'Paraíba', que muito já trabalhou com roçado, lavoura de cana-de-açúcar , jardins e pomares em fazendas da região,  foi um dos mais entusiasta do Projeto Messias Mais Verde.



Conheça algumas das plantas ornamentais, doadas pela Diretoria de Parques e Jardins da Secretaria de Proteção do Meio Ambiente de Maceió (Sempma), para o  projeto-piloto Messias Mais Verde, na praça Marina Peixoto, município de Messias. Muito Obrigada!!!!!

IXORA



É um arbusto (de origem asiática, especialmente sul da Índia-Sri Lanka) muito apreciado nas regiões de clima quente. Conhecido também como Gerânio do bosque ou lume da selva).Seu aspecto é compacto e suas folhas têm uma textura de couro. A floração ocorre na primavera e verão, e apresenta inflorescências com numerosas flores de coloração amarela, vermelha, laranja ou cor-de-rosa. Pode ser cultivada isoladamente ou em maciços, sendo ótimas para esconder muros e muretas. Atrai polinizadores como abelhas e beijas-flores e borboletas.

Variações: o anão-Mirim e o japonês e tem o chinês.
Deve ser cultivada sempre a pleno sol, e não é muito exigente em fertilidade, sendo bastante rústica. Dispensa maiores manutenções, mas deve ser regada a intervalos regulares. Multiplica-se por estacas e não tolera geadas.

 As flores podem ser laranja, rosas, vermelhas ou amarelas. Mas as vermelhas são as mais vistosas, com certeza. Dá um visual Não Pode ser plantada sozinha, em renques (enfileirada) e no meio de outras plantas.
Quer apenas um solo bom e irrigação regular.
Dispensa grandes cuidados.
Pode ser podada ou crescer livremente. A ixora se reproduz por estaquia, o que contribui para sua multiplicação rápida.

Saiba Mais:http://comofazermudas.com.br/como-fazer-mudas-de-ixoras/


Clusia:




A Clusia fluminensis (abaneiro-de-praia) é uma planta arbustiva capaz de atingir sete metros de altura; a arvoreta é encontrada com facilidade junto às praias e é uma planta chamada pioneira, criadora de um ambiente ideal para que outros vegetais se desenvolvam, trazendo sombra e verde aos ambientes.


 A espécie é ornamental e muito utilizada em jardins ou varandas bem iluminadas. De sol pleno e meia sombra, a clusia forma renques e cercas vivas com sucesso, além de ser usada para compor pequenos maciços em meio ao jardim. Precisam de solo bem drenado (para não encharcar) e não toleram muita água.

Saiba Mais:http://comofazermudas.com.br/como-fazer-mudas-de-ixoras/


PALMEIRAS




Dentre as plantas que mais fazem sucesso em decoração no Brasil, as palmeiras ganham grande destaque. Isso porque ela é uma planta típica do Brasil e o seu verde combina com quase todos os cenários em que pode ser colocado. Logo, é comum ver mudas de palmeiras sendo plantadas em obras públicas, casas, jardins e para decoração de espaços abertos públicos em geral.

Variações: Palmeira-das-canárias – Também conhecida como palmeira-tamareira ou tamareira-das-canárias. É uma das mais vendidas no Brasil. Isso porque ela chega a 20 metros de altura, ideal para quem quer montar um jardim sem qualquer problema. O tronco pode também ser usado para trepadeiras, o que gera uma bela decoração.Areca-bambu–Da ilha de Madagascar, fonte de muitas das diversas plantas que a jardinagem mundial utiliza, vem a areca-bambu (Dypsis lutescens), uma das palmeiras mais usadas no paisagismo. De porte médio e muito ornamental, é vista em muitos projetos paisagísticos urbanos, em renques, entouceiradas ou em composições solitárias, também adaptando-se perfeitamente em vasos de porte médio e grande.

Mais:http://www.cultivando.com.br/consulta_plantas_ornamentais_folhagens_fotos.html

Dracenas:





A Dracena tricolor, ou dracena de Madagascar- seu país de origem (Ilha africana). Trata-se de um arbusto que pode atingir até 3 metros ou um pouco mais, mas que fica especialmente bonita se for sendo conduzida de forma a adquirir um formato de candelabro, com fartura de galhos laterais.

É uma planta que prefere sol pleno, mas que tolera meia sombra. Nessa condição costuma ficar ainda mais colorida, com suas folhas com listras em  três cores, o que justifica o seu nome popular. 
Quanto às regas, em períodos de seca, apreciam ser molhadas pelo menos duas vezes por semana.

Se você puder contribuir com esse Projeto, de deixar as praças e os espaços públicos de Messias MAIS VERDE, por favor entre em contato conosco:vanessaomena@hotmail.com


segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Festas e tradições populares


O ano de 2016 começou no município de Messias – onde está localizada a Bititinga, em sua área rural – com as festividades em homenagem ao Padroeiro da cidade, São Sebastião, cuja data maior é o dia 20 de janeiro.

Igreja Matriz de São Sebastião- Messias/Al


Desde o dia 11 de janeiro a Paróquia de Messias realiza sua programação-católica na matriz de São Sebastião, localizada à rua Floriano Peixoto,  área urbana de Messias.

Outras festividades também acontecem com a programação organizada pela prefeitura, como as apresentações musicais e culturais, entre elas a tradicional Cavalhada.




Foi um domingo muito movimentado na pista de cavalhada, em Messias, com os cavaleiros defendendo as cores vermelho e azul, e um público animado que foi prestigiar este folguedo popular que tem raízes europeias. Sua origem é bem antiga e lembra as lutas de reconquista para expulsar os mouros da Europa, misturando esse fato com as aventuras de Carlos Magno e seus cavaleiros. O folguedo se realiza tendo os cristãos vestidos de azul  e branco e os mouros de vermelho. 

Perfilados a cerca de 100 metros dos mastros que sustentam uma argola suspensa no ar, os corredores iniciaram a disputa. 

O Lanceiro Acari - Quase 50 anos acompanhando os cavaleiros alagoanos






Conversei com o lanceiro Acari (  José Ernandes da Silva), natural do município de Atalaia, e que faz questão de dizer que “ anda nesse folclore das Alagoas há 47 anos, percorrendo todo o estado participando das cavalhadas como lanceiro" (ou argoleiro). 


Os cavaleiros trajados de azul e de vermelho disputaram o título de vencedor, alcançado através do maior número de vezes em que os cavaleiros conseguem retirar com a lança, a argola fixada na corda que fica na parte central da corrida.

 O lanceiro  Acari é responsável por pegar as argolinhas - que caem na tentativa dos cavaleiros em retirar com suas lanças a argola -, para entregar ao cavaleiro que vai colocar novamente no lugar . O Acari tem muito orgulho do que faz e diz que já recebeu vários troféus como 'Amigo dos Cavaleiros'. 

Indumentária: De casquete e blusa nas cores azul e vermelho, calça branca e cinto preto (diz que não pode ser marrom, só preto) o Acari diz que é uma espécie de “Diana” do pastoril (o folclore que também defende as cores azul e encarnado), e que se sente muito feliz em trabalhar nas cavalhadas. Diz que já correu todo o estado tendo participado de muitas cavalhadas também na Bititinga.




A animação da Cavalhada ficou por conta da Banda de Pífano de Flexeiras.




 As cavalhadas recriam os torneios medievais e as batalhas entre cristão e mouros, algumas vezes com enredo baseado no livro Carlos Magno e Os Doze Pares da França , uma coletânea de histórias fantásticas sobre esse rei. No Brasil, registam-se desde o século XVII 


Parabéns ao Acari, e os valentes cavaleiros, que têm ajudado a preservar este folclore tão bonito e popular que é a Cavalhada.

Os grupos de cavaleiros desfilaram e cumpriram com o ritual de oferecer a cavalhada ao santo padroeiro daquela comunidade.

Durante a apresentação, os cavaleiros sempre que tiravam a  argola, eram recebidos pelos pares com um corte de tecido e amarrado em torno do corpo.



No Livro Cavalhadas , o folclorista alagoano Théo Brandão descreve a origem, as características e rituais da Cavalhada.





sexta-feira, 13 de novembro de 2015

De Messias para Bititinga


Da cidade de Messias para a Bititinga são mais uns 8 a 10 km seguindo pela rodovia BR-101.
Sempre passamos pela cidade, e algumas vezes aproveitamos para  abastecer o carro, comprar alguma coisa no mercado, ou cumprimentar algum  conhecido.

E olha só quem encontrei outro dia logo na entrada da cidade: essa turma de amigos da Bititinga que foram participar de uma ação social de saúde lá em Messias.






Ainda no posto de combustível bem ao lado da cidade, o que chamou minha atenção foi o artesanato regional exposto em uma lojinha.


Haja Criatividade!

 Essas réplicas de bodes e cabras, feitas com o couro original dos caprinos, além de decorativas servem para guardar bebidas. 
Quem sabe sabe , e produz coisas incríveis para vender e gerar renda.
















E a vida segue pela estrada  a fora.....




sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Paisagens do caminho

A paisagem rural no caminho para a Bititinga é sempre cheia de beleza e novidades da época . Passando pela cidade de Messias, o pé de ipê- rosa nesta época de floração traz um encanto para o viajante que trafega pela rodovia AL-101.






O ipê-roxo ou ipê-rosa (tecoma heptaphylla) é uma árvore brasileira nativa da famiia das bignoniáceas,  podendo ser encontrada em seu estado nativo por todo o Brasil. Há muitos séculos, o ipê - também chamado popularmente de pau-d’arco, no Norte - vem sendo apreciado tanto pela excelente qualidade de sua madeira, quanto por seus efeitos ornamentais, decorativos, e até medicinais.


Outras denominações do ipê-rosa ou pau-d`arco: tabebuia, ipê, ipê-preto, ipê-de-flor-roxa, flor-roxa, ipê-piranga, ipê-rosa, ipê-roxo-anão, ipê-uva, pau-d’arco-rosa, pau-darco-roxo, piúva, peúva, caboré, guaraíba e lapacho (devido a alta concentração da naftoquinona lapachol presente na planta). Inclui os sinônimos botânicos Tabebuia impetiginosa, Tabebuia avellanedae, Tecoma impetiginosa, Handroanthus impetiginosus 






É útil para a arborização de ruas e avenidas e para reflorestamento destinados à recomposição de áreas degradadas de preservação.




Uma curiosidade:  Nem todos sabem que, dentre o grande universo de plantas nativas do país, o ipê sempre foi considerado a árvore nacional brasileira. No dia 7 de dezembro de 1978, porém, a lei nº 6507 veio declarar que o pau-brasil (caesalpinia echinata) seria a Árvore Nacional e, a flor do ipê, a flor do símbolo nacional. Ela estabeleceu também, além disso, que o dia 3 de maio seria, dali por diante, o Dia do Pau-Brasil. (Fonte:http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar



E vamos plantar mais desta linda árvore para colorir a nossa paisagem !

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

53 anos de emancipação


Não podemos deixar de registrar aqui no blog a festa dos 53 anos de Emancipação Política do Município de Messias, antiga vila Curralinho ( a cidade dos currais) e que antes de sua emancipação já havia pertencido aos municípios de Murici e Flexeiras, e que também abriga em sua zona rural o povoado da Bititinga, nome do antigo engenho e ex-usina de açúcar que existia no lugar até meados da década de 90. A usina Bititinga, na época, impulsionou a emancipação do pequeno povoado que foi emancipado em 6 de setembro de 1962.







A Festa acontece  um dia antes das comemorações da data da Independência do Brasil - 7 de setembro . Além de inaugurações de obras públicas a cidade recebe visitantes de vários municípios alagoanos, a maioria estudantes que participam do grande desfile cívico e das bandas de fanfarra que percorrem a ruas de Messias, que aliás também possui uma  linda banda de fanfarra.








Sempre  que vamos a essas festas encontramos alguns moradores da Bititinga que também vão presenciar as inaugurações de obras da prefeitura - e foram várias, incluindo creches, escolas, posto de saúde, além de praças e um complexo esportivo ainda em obras - e o desfile que também conta com os alunos da escola rural. 

Nessas horas lembro-me sempre de quando era pequena e também participei de alguns dos desfiles da festa de emancipação política.


Parabéns Messias!






terça-feira, 21 de outubro de 2014

Vamos Brincar?

Neste mês de outubro, quando se comemorou o Dia das Crianças, fomos convidados para participar da festa em homenagem às criança da Santa Fé, localidade rural perto da Bititinga e para onde foram levados alguns livrinhos doados para a biblioteca da escola. Depois de passar na Bititinga pegamos de novo a estrada e chegamos a tempo de ver os preparativos. 



A  organização da festa foi feita pela prima Isabelle e as professoras da escola Valdo Maya de Omena. Logo que cheguei flagrei todas com as mãos na massa fazendo deliciosos e coloridos cupcakes. Hum, delícia!!!!! 



o cenário era de muita beleza....


....e os moradores foram chegando com muita animação


E teve até a brincadeira do pau de sebo...


....e também quebra-pote




e muitas outras surpresas que só me fez lembrar os meus tempos de menina...




por aqui, nada de joguinhos eletrônicos, e a  brincadeira rolou solta no lindo gramado....




...teve ate momento de contação de história. Olha eu aí lendo o livro "Os três Porquinhos do Agreste", da escritora alagoana Cláudia Lins.



A professora Suely ficou feliz em receber mais doação de livros para a biblioteca da escola





Só temos que agradecer por ter participado dessa tarde feliz junto de meu filho e de tantas pessoas queridas, e que nos trouxe lindas recordações dos nosso tempos de criança.