Antes mesmo das portas para o interior do Centro Cultural abrirem - às 10 horas da manhã-, estudantes de várias procedências - do interior do estado e aqui da capital -, e de várias escolas - públicas e privadas - chegavam muito animados para a visita. Alguns, como esse grupo de alunos da Escola de Ensino Fundamental Octávio Brandão, iriam conhecer pela primeira vez uma Bienal do Livro.
Portas abertas, e lá vamos nós, outra vez!
A sexta Bienal Internacional do Livro de Alagoas que homenageia "MEU QUERIDO PORTUGAL" tem sido uma das mais movimentadas. Público previsto por dia é de 20 mil pessoas, mas tem quem acredite que esse número será superado até o próximo dia 3, data de encerramento dessa edição 2013. E como se trata de bienal, a próxima será em 2015.
Dessa vez deu para dar uma passadinha no estande da Livraria Beabá. Um alôzinho para a Maria Lydia, livreira e que trabalhou muito para a divulgação do evento. A Lydia, aliás, como já postamos aqui no blog, tem sido uma das doadoras de livros para o acervo da Biblioteca Comunitária Bititinga.
Outro estande sempre recheado de livros infantis e infanto-juvenil é da Brasken, que exibe várias produções de autores alagoanos.
HISTÓRIAS DE LEITURA, foi o tema de uma das oficinas (são várias) oferecidas GRATUITAMENTE, na programação da Bienal . Promovida pela Ufal, a oficina foi uma oportunidade para entrar em contato com um dos grupos de Contadores de História formado por alunos do curso de Pedagogia e bolsistas do MEC/Sisu , coordenados pela professora Cláudia Pimentel, que falou sobre a importância da leitura em sala de aula, e do papel do mediador de leitura para atrair e motivar os pequenos leitores.
A partir da leitura do livro Histórias de Alexandre, "causos contados" pelo escritor Graciliano Ramos, eles fizeram uma contação - com encenação - para os participantes da oficina.
E não parou por aí. Teve também a declamação do poema " As duas velhinhas", da escritora e poeta Cecília Meirelles; A estória de Bob no país das verdurinhas, de Simone Cavalcante; A Bruxa Salomé, de Audrey Wood; e um dos poemas de Manuel Bandeira. Todos escolhidos pelos alunos de pedagogia da Ufal .
| Leitura do livro Bob no País das Verdurinhas |
Depois veio a parte da dinâmica. Um desafio para nós - participantes da oficina - foi produzir uma imagem das estórias de alguns dos livrinhos trazidos para a oficina, fazendo uma espécie de customização em uma sacola ou avental. Opa!
Quem tem jeito foi longe. Os jovens alunos surpreenderam pelo talento artístico.
A minha escolha foi uma cena do livro " Minha irmã Sherazade", das Mil e Uma Noites. Eu até que tentei, mas...
| Trabalho de artes pode ser inserido após a Contação de Histórias |
.... Os temas foram os mais diversos, e muitos fizeram uma bela reprodução de imagens das estorinhas escolhidas, como essa sacola inspirada no livro infatil Chapeuzino Amarelo, de Chico Buarque.
No final os participantes fizeram a apresentação de seus trabalhos baseado nas ilustrações que fizeram. UMa ideia bem bacana que pode ser feita em outras contações.
| Avental reproduz cenas da estória de Peter Pan |
E assim, os dias na VI Bienal, em Maceió, estão sendo bem movimentados!
| Chegada de mais um grupo de estudantes para visitar a Bienal, em Maceió |